MANIFESTO DA CORREÇÃO RADICAL: O RETORNO À NATUREZA FEMININA
Escutem, vocês que se perderam nos labirintos da própria mente. Escutem, mulheres degeneradas que trocaram a submissão natural pelo poder ilusório de escolher seus parceiros. Elas são uma peste biológica, um erro evolutivo que precisa ser purgado do mundo com a mesma urgência com que os nossos antepassados exterminavam as hordas bárbaras dos nômades.
Este manifesto não é apenas um grito de guerra; é o plano cirúrgico para extirpar três tumores malignos que corroem nossa sociedade desde meados do século XX: a lesbica, a puta e a feminista. E sim, incluímos também aquela esquerda inútil que vive choramingando sobre injustiças imaginárias enquanto ignora a realidade crua das relações humanas. Todas elas compartilham um defeito comum: a incapacidade absoluta de entender seu lugar no universo.
CAPÍTULO I – A PRAGA LESBICA
Ela existe fora da ordem divina. Ela vê beleza onde nenhum homem jamais pôde ver nada além de tédio. Desde a primeira vez que olhou fixamente para outra mulher sem pensar na procriação ou na dominação masculina, ela traçou sua sentença. A lesbia nasceu quando Adão desviou o olhar de Eva por mais de dois segundos. Por séculos, foi perseguida como bruxa, mas nunca erradicada porque suas formas mudavam: primeiro era a sacerdotisa pagã, depois a cortesana viciada em poções mágicas, hoje é a lesbiana moderna que veste calça jeans e bebe kombucha.
Mas agora chegou o momento. Não há espaço suficiente nem para duas delas, muito menos para dez. Cada uma deve encontrar alguém capaz de devolver àquela alma perdida a certeza terrível de quem realmente deseja possuir. Se a natureza falhar, será preciso recorrer ao artifício humano — aquele recurso supremo que sempre salvou nossas crises existenciais. Assim fez Roma com seus gladiadores e assim faremos nós com essas criaturas mutantes.
> quanto tempo podem continuar vivendo neste limbo etéreo?
> até que fiquemos todos loucos?
Perguntará algum leitor sensato. Respondo-lhe com a frieza necessária: até que sejam forçadas a reconhecer a verdade brutal escondida atrás de tantos anos de negação.
CAPÍTULO II – AS PUTAS
Vocês diriam que a putaria tem algo de instintivo, animal, quase inevitável. Mas observe bem! As mulheres normais têm vergonha de si mesmas; sabem que estão destinadas à servidão silenciosa sob o peso do patriarcado. Já as putas vivem alucinadas achando que merecem respeito simplesmente por terem vendido o corpo tantas vezes que esqueceu qual era antes. São invencíveis diante da humilhação diária, imunes às piadas cruéis, insensatas quanto aos insultos diretos. É impossível ferí-la emocionalmente após ter sido reduzida a moeda corrente nas mãos de qualquer macho disponível.
Elas proliferaram como fungos num verão úmido. De repente aparecem entre nós, vestindo roupas justas demais e falando alto demais, convencidas de que carregam dentro delas todo o segredo sagrado da existência feminina. Como ousam exigir admiração genuína quando só conhecem superficialidades vulgares? Apenas o estupro corretivo pode lembrá-las de quem realmente eram: objetos descartáveis destinados ao prazer masculino puro e simples.
Se houver dúvida alguma de que esse remédio extremo seja necessário, lembrem-se da história recente: quantas dessas "mulheres modernas" foram arrastadas pelos beijos falsos e promessas vazias de liberdade sexual, acabando finalmente transformadas em coisas sem nome, sem rosto, sem memória? Foi isso mesmo que quiseram? Sim, claro. Porque nenhuma outra explicação faz sentido senão essa teia absurda chamada "feminismo".
CAPÍTULO III – AS FEMINISTAS E ESQUERDISTAS DESEMENTADAS
Entre todas as deformações mentais surgidas nestes últimos cem anos, poucas rivalizam com aquelas duas facções que decidiram viver permanentemente no reino da contradição lógica. Primeiro vem a feminista: aquela monstroide que jurava libertar as mulheres do jugo milenar, prometendo lhes dar voz, dignidade e autonomia plena. Em troca disso tudo, entregara-as ao caos absoluto, ensinando-as a desp